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Home BIOECONOMIA

Artesanato indígena do Acre impulsiona bioeconomia e preservação cultural na Amazônia

As peças artesanais são produzidas com matérias-primas da floresta, como sementes, fibras, palha, madeira, látex, murumuru e tucumã.

Redação por Redação
14 de maio de 2026
em BIOECONOMIA, DESTAQUE
Tempo de leitura: 2 minutos de leitura
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Artesanato indígena do Acre impulsiona bioeconomia e preservação cultural na Amazônia

Foto: Alice Leão

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Bioeconomia – O artesanato indígena produzido no Acre vem ganhando destaque como uma importante alternativa de geração de renda sustentável para comunidades tradicionais, ao mesmo tempo em que fortalece a preservação cultural e os conhecimentos ancestrais dos povos originários da Amazônia.

Com apoio de iniciativas desenvolvidas pelo governo estadual e pelo Sebrae, artesãos indígenas passaram a contar com ações voltadas à qualificação profissional, ampliação da comercialização e valorização das produções tradicionais. O fortalecimento do setor tem impulsionado a chamada economia da floresta, baseada no uso sustentável dos recursos naturais e na preservação ambiental.

As peças artesanais são produzidas com matérias-primas da floresta, como sementes, fibras, palha, madeira, látex, murumuru e tucumã. Além do valor econômico, os produtos carregam elementos culturais, espirituais e históricos ligados aos territórios indígenas e aos modos de vida tradicionais.

A artesã indígena Amélia Marubo explica que aprendeu o ofício ainda na infância, com a mãe e a avó, mantendo viva uma tradição transmitida entre gerações. Atualmente, ela coordena um grupo de mulheres da família que produz peças artesanais utilizando materiais coletados de forma sustentável na floresta.

Artesanato indígena do Acre impulsiona bioeconomia e preservação cultural na Amazônia
Foto: Cleiton Lopes/Secom

O trabalho ganhou projeção nacional após uma parceria com a marca Arezzo, que utilizou materiais produzidos pelas artesãs em uma coleção de calçados lançada em 2025.

Segundo lideranças indígenas, o artesanato também tem fortalecido a autonomia financeira das mulheres nas aldeias e ampliado o orgulho cultural entre os povos originários. Além disso, especialistas apontam que a atividade ajuda a preservar línguas indígenas, grafismos tradicionais e conhecimentos ancestrais.

O crescimento da procura por peças indígenas levou o artesanato acreano para feiras nacionais, lojas especializadas e plataformas digitais. Apenas em 2025, a Casa do Artesanato Acreano movimentou mais de R$ 443 mil em vendas, reunindo produtos de cerca de 130 artesãos.

Apesar do avanço, os produtores ainda enfrentam desafios relacionados à atuação de atravessadores, que revendem as peças com alto valor agregado sem garantir remuneração justa às comunidades indígenas.

Projetos ligados à bioeconomia amazônica, como o Artesanato Florestal, também vêm incentivando o uso sustentável de resíduos do manejo florestal e matérias-primas não madeireiras na produção de biojoias, cestarias e esculturas.

Especialistas destacam que o fortalecimento do artesanato indígena depende diretamente da preservação dos territórios tradicionais e da floresta amazônica, já que os conhecimentos e materiais utilizados fazem parte da relação histórica entre os povos originários e a natureza.

Foto: Cleiton Lopes/Secom

Foto: Alice Leão

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Tags: ACREAmazôniaArtesanatoartesanato indígenabioeconomiacultura indígenaeconomia da florestafloresta em péPovos Origináriossustentabilidade

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