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Home BIOECONOMIA

Unicamp desenvolve farinha de fungo amazônico para mercado de proteínas vegetais

Pesquisa transforma fungo amazônico em farinha com aroma natural de carne.

Redação por Redação
11 de maio de 2026
em BIOECONOMIA, DESTAQUE
Tempo de leitura: 2 minutos de leitura
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Unicamp desenvolve farinha de fungo amazônico para mercado de proteínas vegetais

Foto: reprodução

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Bioeconomia – Uma pesquisa desenvolvida pela Faculdade de Engenharia de Alimentos da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) e o Good Food Institute Brasil, criou uma tecnologia capaz de transformar resíduos agroindustriais em uma farinha funcional com aroma natural de carne cozida.

O estudo utiliza linhagens de fungos amazônicos para fermentar subprodutos como cascas de batata, aveia e resíduos de açaí. A proposta oferece uma alternativa sustentável para a indústria de proteínas vegetais e alimentos plant-based, reduzindo o uso de aditivos sintéticos.

Durante a pesquisa, os cientistas identificaram inicialmente um aroma semelhante ao maracujá no material fermentado. Porém, ao aplicar altas temperaturas no produto, ocorreu uma transformação química que converteu o cheiro frutado em um aroma característico de carne cozida.

Segundo os pesquisadores, o processo envolve reações semelhantes às utilizadas tradicionalmente em alimentos fermentados, como missô e queijo Roquefort, mas adaptadas de forma inédita para a criação de ingredientes funcionais destinados ao mercado de proteínas alternativas.

Além das características sensoriais, a farinha apresenta ganhos nutricionais importantes. A fermentação em estado sólido aumenta o teor de proteínas e aminoácidos devido ao crescimento do micélio dos fungos. O produto também possui compostos bioativos, incluindo ergosterol, substância precursora da vitamina D.

Outro diferencial é a sustentabilidade do método. O processo reaproveita resíduos que normalmente seriam descartados, exige menor consumo de água e dispensa solventes químicos em larga escala.

De acordo com a legislação brasileira, aromas obtidos por fermentação de substratos naturais podem ser classificados como aromas naturais, atendendo à crescente demanda do mercado por produtos clean label, com ingredientes rastreáveis e menos processados.

A tecnologia já teve pedido de patente depositado pela Agência de Inovação da Unicamp, e o licenciamento está aberto para empresas interessadas na produção em escala industrial. A farinha poderá ser utilizada em segmentos como snacks, panificação, alimentos vegetais e até nutrição animal.

*Com Informações CNN Brasil

Foto: reprodução

Leia também:

“Muvuca de sementes”: técnica ancestral alia saber tradicional e ciência no Amazonas 

 

 

Tags: alimentos sustentáveisaroma de carnebioeconomia amazônicacarne vegetalfarinha vegetalfermentação sustentávelfungo amazônicoproteína vegetalresíduos agroindustriaisUnicamp

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