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Home COP 30

Recuperação da Mata Atlântica será destaque na COP30

Redação por Redação
2 de outubro de 2025
em COP 30, DESTAQUE
Tempo de leitura: 3 minutos de leitura
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Recuperação da Mata Atlântica será destaque na COP30

Foto: Edino Krug/Itaipu Binacional

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Um dos biomas mais longevos do Brasil

O trabalho de recuperação da Mata Atlântica na fronteira entre Brasil e Paraguai será apresentado na COP30, em Belém. Além disso, são mais de 100 mil hectares preservados nos dois países.

A Unesco reconhece a área como núcleo da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica. Dessa forma, garante-se a conservação de recursos biológicos, geomorfológicos e históricos.

Quatro décadas de preservação

A Itaipu Binacional atua na proteção dessas matas há cerca de quatro décadas. A empresa apresentará a iniciativa em eventos paralelos nas Zonas Azul e Verde, além de seu estande na Zona Verde durante a COP30.

No Brasil, a Itaipu preserva 40 mil hectares, a maior parte restaurada. Veridiana da Costa Pereira, gerente da Divisão de Áreas Protegidas, explica:
“Quando implantamos a Itaipu, grande parte do território já estava ocupada pela agropecuária. Portanto, restauramos gradualmente a cobertura florestal e criamos um cinturão verde para proteger o reservatório.”

Plantio e restauração florestal

Desde 1979, a Itaipu plantou mais de 24 milhões de árvores em áreas protegidas e na faixa de proteção do reservatório. Além disso, a empresa atuou em toda a bacia hidrográfica do Paraná Parte 3.

Em 2024, um estudo premiado pela rede MapBiomas, conduzido pela UFABC em parceria com a Itaipu e o Itaipu Parquetec, mostrou que a restauração alcançou 73 mil hectares, aumentando a conectividade da paisagem.

Viveiros de mudas nativas

A Itaipu mantém viveiros para produzir mudas de espécies nativas. Um deles, no Refúgio Biológico Bela Vista, em Foz do Iguaçu (PR), gera cerca de 350 mil mudas por ano. Essas mudas são usadas na manutenção das áreas protegidas e doadas a municípios do Paraná e Mato Grosso do Sul.

Benefícios ambientais e sociais

As áreas protegidas criam infraestrutura verde, que reduz o assoreamento e prolonga a vida útil do reservatório, atualmente estimada em 194 anos.

Veridiana Pereira ressalta:
“Mais do que conservar a Mata Atlântica, nossas áreas geram serviços ecossistêmicos que beneficiam comunidades rurais e urbanas. Além disso, conectam unidades de conservação como o Parque Nacional do Iguaçu, o Parque Nacional de Ilha Grande, RPPNs e fragmentos em propriedades agrícolas e matas ciliares.”

Ciência e pesquisa aplicada

As áreas também abrigam estudos sobre restauração florestal, conservação da fauna, interações ecológicas e balanço de carbono. Portanto, a Itaipu realiza pesquisas em parceria com universidades e instituições de pesquisa.

O diretor-geral brasileiro da Itaipu, Enio Verri, afirma:
“Essa infraestrutura verde demonstra a relação direta entre preservação das florestas e conservação da água. Além disso, nossas pesquisas mostram que a biodiversidade aumenta a resiliência às mudanças climáticas.”

Sobre a Itaipu Binacional

Com 20 unidades geradoras e 14 mil MW de capacidade instalada, a Itaipu é uma das maiores produtoras de energia elétrica renovável do mundo. Desde 1984, gerou mais de 3 bilhões de MWh.

Além disso, a empresa investe em projetos de sustentabilidade, inovação e bem-estar das comunidades em sua área de influência.

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Tags: Itaipu BinacionalMata AtlânticaPreservação ambiental

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