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Home MEIO AMBIENTE

Desmatamento coloca em risco área das maiores árvores da Amazônia

Redação por Redação
19 de fevereiro de 2026
em DESTAQUE, MEIO AMBIENTE
Tempo de leitura: 3 minutos de leitura
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Desmatamento coloca em risco área das maiores árvores da Amazônia

Foto: reprodução

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Meio Ambiente – O desmatamento coloca em risco o Santuário das árvores gigantes da Amazônia. A Floresta Estadual do Paru, no Pará, voltou a figurar entre as áreas protegidas mais ameaçadas pelo desmatamento na Amazônia. No último trimestre de 2025, a unidade apareceu como a segunda mais ameaçada entre as Unidades de Conservação (UCs) estaduais, segundo o relatório Ameaça e Pressão em Áreas Protegidas, divulgado pelo Imazon.

A área já havia ocupado posição semelhante entre outubro e dezembro de 2024, quando liderou o ranking das UCs estaduais mais ameaçadas.

Santuário das árvores gigantes da Amazônia

Localizada no Pará, a Floresta Estadual do Paru integra o maior bloco contínuo de unidades de conservação e terras indígenas do planeta. O território abriga a maior árvore da América Latina: um angelim-vermelho que alcança 88,5 metros de altura — além de outros exemplares de árvores gigantes, tornando-se um verdadeiro santuário da biodiversidade.

De acordo com Jakeline Pereira, diretora do Programa de Áreas Protegidas do Imazon, a região tem papel estratégico na preservação ambiental.

“Além de proteger espécies únicas da fauna e flora, a área é essencial para o equilíbrio climático e para o fornecimento sustentável de produtos florestais madeireiros e não madeireiros, como a castanha, que garantem renda às populações locais”, destacou.

Como o levantamento identifica áreas ameaçadas

Diferentemente do Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD), que mede a área total devastada, o relatório utiliza uma metodologia própria. A Amazônia Legal é dividida em células de 10 km por 10 km, permitindo identificar:

Áreas mais pressionadas: onde o desmatamento já ocorre dentro do território;

Áreas mais ameaçadas: onde há concentração de desmatamento no entorno, num raio de até 10 km.

Segundo a pesquisadora Bianca Santos, antecipar esse cenário é essencial para evitar invasões e consolidar ações preventivas.

Reserva Chico Mendes lidera áreas sob pressão

Entre as áreas protegidas mais pressionadas da Amazônia, a Reserva Extrativista Chico Mendes foi a mais impactada pela derrubada interna entre outubro e dezembro de 2025.

Apesar de uma redução aproximada de 40% no número de células com registros de desmatamento em comparação ao mesmo período de 2024, a unidade manteve a liderança no ranking.

Para Carlos Souza Jr., pesquisador do Imazon, quando o desmatamento já ocorre dentro da unidade, o impacto atinge diretamente comunidades tradicionais que dependem da floresta para sobreviver.

Pará concentra maior número de áreas afetadas

O levantamento revela forte concentração de alertas no Pará, que registrou seis áreas protegidas sob pressão e sete entre as mais ameaçadas.

Entre elas, destaca-se a Floresta Nacional de Saracá-Taquera, que apareceu no topo da análise das áreas sob maior risco.

Terras indígenas continuam sob risco

O relatório também aponta que as Terras Indígenas Trincheira/Bacajá e Arara foram as mais ameaçadas no período analisado. Já entre as mais pressionadas estão:

TI Cachoeira Seca do Iriri

TI Waimiri Atroari

Sete das dez TIs mais ameaçadas já apareciam no ranking do mesmo período em 2024, evidenciando a persistência da pressão ambiental.

Segundo Bianca Santos, a recorrência nos levantamentos demonstra que a destruição não é pontual, mas parte de um processo contínuo que exige ações imediatas e permanentes de fiscalização.

*Com informações Imazon

Leia também:

Transição energética no campo fortalece produtividade e reduz custos no agronegócio brasileiro

 

Tags: AmazôniaCrise ClimáticaDesmatamentoflorestaImazonmeio ambienteParásustentabilidadeTerras Indígenas

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