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Home TRANSIÇÃO ENERGÉTICA

Organizações entregam ao governo recomendações para orientar transição energética no Brasil

Produção de petróleo deve ser a menor possível até ser substituída.

Redação por Redação
29 de janeiro de 2026
em DESTAQUE, TRANSIÇÃO ENERGÉTICA
Tempo de leitura: 3 minutos de leitura
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Foto: freepik

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Transição Energética – Um conjunto de 161 organizações da sociedade civil, reunidas no Observatório do Clima, entregou ao governo federal uma série de recomendações estratégicas para a transição energética brasileira, defendendo que a produção de petróleo seja reduzida ao mínimo necessário até que seja gradualmente substituída por fontes de energia limpa e renovável.

As propostas foram elaboradas para contribuir com o Mapa do Caminho da Transição Energética Justa, solicitado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em dezembro de 2025. O planejamento está em fase de construção por órgãos do governo federal e deve ser apresentado ao Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) até o dia 6 de fevereiro.

O documento reúne diretrizes técnicas, regulatórias e econômicas, com o objetivo de apoiar decisões públicas capazes de reduzir riscos no curto prazo e ampliar oportunidades de crescimento sustentável no longo prazo.

“Um mapa do caminho justo e inclusivo é uma escolha econômica racional para o Brasil, pois reduz incertezas, amplia oportunidades e prepara o país para um futuro de baixo carbono”, avalia Ricardo Fujii, especialista em conservação da WWF-Brasil.

Segundo a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, o primeiro documento oficial do governo já está em elaboração e deve apresentar as bases conceituais e as diretrizes iniciais do plano nacional de transição energética.

Três eixos estruturantes

As recomendações foram organizadas a partir de um estudo publicado em 2024 e estão divididas em três grandes blocos:

Diretrizes de política energética e transição

Governança e institucionalidade

Orçamento, financiamento e fundamentos econômicos

Entre os principais pontos está a defesa da substituição progressiva de combustíveis fósseis — como petróleo, carvão e gás natural — por fontes renováveis, como energia solar e eólica, consideradas essenciais para conter o avanço do aquecimento global provocado pelas emissões de gases de efeito estufa.

Especialistas alertam que a continuidade do atual modelo energético intensifica eventos climáticos extremos, que tendem a se agravar caso as metas globais do Acordo de Paris não sejam cumpridas.

Propostas de política pública

No campo das políticas energéticas, o documento recomenda calcular o volume mínimo necessário de produção de combustíveis fósseis durante o período de transição, além de propor o descomissionamento gradual de campos de petróleo próximos do esgotamento e a criação de um cronograma para o encerramento dos leilões de exploração no país.

“A desigualdade gerada pela expansão dos combustíveis fósseis não é apenas social ou regional. Ela é intergeracional, concentrando benefícios no presente e transferindo custos ambientais, sanitários e fiscais para as próximas gerações”, afirma Nicole Oliveira, diretora do Instituto Arayara.

Governança e coordenação

No eixo da governança, as organizações defendem o fortalecimento de espaços de diálogo entre governo, sociedade civil e setor produtivo, como o Fórum Nacional de Transição Energética e o Fórum Brasileiro de Mudança do Clima. Também é sugerida a criação de um órgão central de coordenação, responsável por monitorar prazos, metas e a implementação das ações previstas.

“Trata-se de uma mudança que exige compromisso contínuo de governos atuais e futuros, além do engajamento efetivo do setor privado e da sociedade”, destaca Shigueo Watanabe Jr., pesquisador do ClimaInfo.

Financiamento da transição

Na área econômica, o documento recomenda que a suspensão de novos leilões de petróleo seja fundamentada na gestão do risco de ativos obsoletos (stranded assets), evitando a antecipação de receitas de recursos que podem perder valor em um cenário global de descarbonização.

As propostas incluem ainda o fim de novos subsídios à produção de combustíveis fósseis, a revisão dos incentivos existentes e a garantia de recursos específicos para a transição energética no Plano Plurianual (PPA) e na Lei Orçamentária Anual (LOA).

*Com informações da  Assessoria Agência Brasil

Leia também:

Energia Renovável na Amazônia: FAS destaca desafios e soluções na COP30

 

Tags: Acordo de Parisdescarbonizaçãoenergia limpaenergias renováveisGOVERNO FEDERALmudança do climaObservatório do Climapolítica energéticaprodução de petróleoTransição Energética

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