• QUEM SOMOS
  • FALE CONOSCO
  • QUEM SOMOS
  • FALE CONOSCO
  • TECNOLOGIA E INOVAÇÃO
  • INDÚSTRIA
  • COMÉRCIO
  • BIOECONOMIA
  • SERVIÇOS
  • EVENTOS
  • EDUCAÇÃO
  • PODCAST
  • VÍDEOS
  • NOTÍCIAS
  • ARTIGOS
  • TECNOLOGIA E INOVAÇÃO
  • INDÚSTRIA
  • COMÉRCIO
  • BIOECONOMIA
  • SERVIÇOS
  • EVENTOS
  • EDUCAÇÃO
  • PODCAST
  • VÍDEOS
  • NOTÍCIAS
  • ARTIGOS
  • TECNOLOGIA E INOVAÇÃO
  • INDÚSTRIA
  • COMÉRCIO
  • BIOECONOMIA
  • SERVIÇOS
  • EVENTOS
  • EDUCAÇÃO
  • PODCAST
  • VÍDEOS
  • NOTÍCIAS
  • ARTIGOS
  • TECNOLOGIA E INOVAÇÃO
  • INDÚSTRIA
  • COMÉRCIO
  • BIOECONOMIA
  • SERVIÇOS
  • EVENTOS
  • EDUCAÇÃO
  • PODCAST
  • VÍDEOS
  • NOTÍCIAS
  • ARTIGOS
Home COMÉRCIO

Tucum Brasil leva artes indígenas à Jornada Exportadora do Artesanato em Paris

Empresa do portfólio da AMAZ Aceleradora de Impacto foi uma das 20 selecionadas entre mais de 600 inscritas e teve produtos expostos na Maison&Objet, uma das maiores feiras de design e decoração do mundo.

Redação por Redação
18 de setembro de 2026
em BIOECONOMIA, COMÉRCIO
Tempo de leitura: 4 minutos de leitura
A A
0
Tucum Brasil leva artes indígenas à Jornada Exportadora do Artesanato em Paris

Foto: divulgação Tucum Brasil

FacebookShare on TwitterWhatsapp

COMÉRCIO – A Tucum Brasil, plataforma especializado na comercialização de artes indígenas brasileiras, participou em Paris da segunda edição da Jornada Exportadora do Artesanato, promovida pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). A empresa, que integra o portfólio da AMAZ Aceleradora, iniciativa coordenada pelo Idesam, foi uma das 20 selecionadas entre mais de 600 negócios inscritos no programa e também esteve entre as 10 iniciativas escolhidas para expor produtos no estande da ApexBrasil na Maison&Objet, realizada de 10 a 14 de setembro.

Tucum Brasil leva artes indígenas à Jornada Exportadora do Artesanato em Paris
Foto: divulgação Tucum Brasil

A participação marcou o segundo ano consecutivo da Tucum na Jornada Exportadora. Em 2025, a empresa integrou a edição realizada em Lisboa, em Portugal. Desta vez, a programação em Paris reuniu seminários sobre os mercados francês e europeu, visitas técnicas, rodadas de negócios com compradores internacionais e a participação na feira de design e decoração, considerada uma das maiores do setor no mundo.

Para a fundadora e gestora da Tucum, Amanda Santana, a experiência serviu não apenas para apresentar os produtos brasileiros a novos compradores, mas também para compreender melhor os caminhos e os desafios da internacionalização do artesanato indígena. Segundo ela, a empresa teve contato com mais de 15 potenciais compradores e lojistas, incluindo representantes da França, Grécia, Islândia, Reino Unido e Bélgica, além de brasileiros que mantêm negócios na Europa.

“Foi uma oportunidade tanto para a Tucum estabelecer contato e, de repente, fechar negócios em maior escala com esses compradores quanto para aprender também”, afirma Amanda.

A empresária destaca que um dos principais desafios para a Tucum está em fazer com que o comprador compreenda o valor e o modo de produção dos artigos indígenas. Ela explica que, diferentemente de modelos de manufatura nos quais o artesão pode dedicar várias horas seguidas por dia à produção, o artesanato indígena está integrado à rotina das comunidades e é produzido em meio a outras atividades, como os cuidados com a casa e com os filhos.

“Esse fazer acontece em determinados momentos que são separados para isso. Isso implica também na forma como a gente escala e na forma como a gente forma o preço”, explica.

A questão logística acrescenta outra camada de complexidade ao processo de exportação. Produtos confeccionados em territórios indígenas e comunidades localizadas em áreas remotas da Amazônia precisam percorrer diferentes etapas até chegar aos grandes centros brasileiros e, posteriormente, aos compradores internacionais. Para Amanda, compreender essas dificuldades e apresentá-las aos potenciais parceiros comerciais também faz parte do processo de internacionalização.

“Temos a complexa logística de retirar um produto de dentro da floresta para chegar ao Rio de Janeiro ou chegar em Manaus e depois ser despachado para outro país, em outra parte do mundo”, relata.

Tucum Brasil leva artes indígenas à Jornada Exportadora do Artesanato em Paris
Foto: divulgação Tucum Brasil

Primeira participação na Maison&Objet

Além da Jornada Exportadora, a Tucum participou pela primeira vez da Maison&Objet. A empresa foi uma das 10 selecionadas para integrar a exposição “Brasil Nostálgic”, no estande da ApexBrasil, com produtos escolhidos pelo curador Bruno Simões.

Para Amanda, a presença na feira representou a entrada da produção indígena comercializada pela Tucum em um novo circuito internacional. O evento reúne compradores ligados aos mercados de objetos, design e decoração, ampliando a possibilidade de contato com empresas interessadas em produtos brasileiros.

“Foi a primeira vez que a gente participou de uma feira dessas. Achei muito importante para a gente colocar o nosso produto nesse circuito”, afirma.

A empresa também recebeu uma Bolsa Exportação da ApexBrasil, no valor de R$ 20 mil, destinada a auxiliar a participação em outros eventos de promoção comercial organizados pela agência.

A delegação da Jornada Exportadora do Artesanato foi formada por 20 empresas, associações e cooperativas. Segundo Amanda, 95% dos participantes eram mulheres. Para ela, a presença feminina expressiva ajuda a revelar quem está à frente de uma parcela significativa da produção artesanal brasileira.

Tucum Brasil leva artes indígenas à Jornada Exportadora do Artesanato em Paris
Foto: divulgação Tucum Brasil

Artes indígenas e geração de renda

A Tucum foi fundada em 2013, no Rio de Janeiro, inicialmente com uma loja física. Dois anos depois, passou a operar como marketplace de arte indígena, comercializando roupas, bolsas, biojoias, peças de artesanato, pinturas, objetos de decoração e outros produtos produzidos por diferentes povos indígenas.

Atualmente, a empresa atua em quatro Unidades de Conservação e 56 Terras Indígenas distribuídas por oito estados da Amazônia Legal. A rede reúne associações, cooperativas, grupos e artistas indígenas de diferentes territórios.

Em 2024, a Tucum comprou R$ 538 mil em mercadorias, beneficiando artesãos e artesãs de 106 povos indígenas que vivem em 62 territórios tradicionais. Entre os povos parceiros estão Baniwa, Baré, Guarani, Kayapó, Ticuna e Yanomami.

A internacionalização, segundo Amanda, é parte de uma estratégia para ampliar os mercados para essa produção e, consequentemente, as possibilidades de geração de renda para as comunidades.

“Na nossa missão de valorizar e promover as artes indígenas do Brasil, a Tucum vê na exportação uma oportunidade de gerar mais renda e impactos positivos para as artistas que mantêm seu território com a floresta de pé”, afirma.

Para Amanda, a segunda participação na Jornada Exportadora também mostrou a evolução do próprio programa. Depois da experiência em Lisboa, a empresa chegou a Paris com novos aprendizados e encontrou compradores mais preparados para conhecer a produção brasileira. “Eu tenho certeza que ter participado dessa segunda jornada trouxe mais aprendizados e que a gente também teve contato com mais compradores, compradores mais qualificados. Acho que vão surgir bons negócios”, avalia.


*Com informações Maxi Mídia Comunicação

Leia também:

Feira do Pirarucu comercializa cinco toneladas de pescado a preços acessíveis neste sábado em Manaus

 

Tags: AMAZ AceleradoraAmazôniaApexBrasilarte indígena brasileiraartes indígenasartesanato indígenaeconomia indígenaexportação de artesanatogeração de rendaidesamJornada Exportadora do ArtesanatoMaison&ObjetParispovos indígenasTucum Brasil

Posts Relacionados

Fundo Amazônia R$ 3,3 bilhões doações
AGRONEGÓCIO

Fundo Amazônia R$ 3,3 bilhões doações

16 de fevereiro de 2023
Prefeitura sensibiliza permissionários feiras
COMÉRCIO

Permissionários feiras combate ao desperdício

16 de fevereiro de 2023
kits com placas solares
BIOECONOMIA

kits com placas solares

17 de fevereiro de 2023
Feiras da ADS comercializam alimentos essenciais para evitar mal-estar e desidratação
COMÉRCIO

Feiras da ADS comercializam alimentos essenciais para evitar mal-estar e desidratação

1 de março de 2023
Instituições se unem em prol de ações para proteger a Floresta Amazônica e suas populações
BIOECONOMIA

Instituições se unem em prol de ações para proteger a Floresta Amazônica e suas populações

1 de março de 2023
A obra da reforma da feira do São Francisco foi concluída e entrega a população da zona sul
COMÉRCIO

A obra da reforma da feira do São Francisco foi concluída e entrega a população da zona sul

3 de março de 2023
Please login to join discussion

Cadastre-se

Inscreva-se em nossa newsletter e esteja sempre à frente das notícias, projetos e negócios promissores na Amazônia.

    MAIS LIDAS

    • Bolsa Universidade Manaus 2026: 40 mil vagas de ensino superior abertas

      Bolsa Universidade Manaus 2026: 40 mil vagas de ensino superior abertas

      0 shares
      Compartilhar 0 Tweet 0
    • Celebrando a Cultura e Luta: Dia Internacional dos Povos Indígenas

      0 shares
      Compartilhar 0 Tweet 0
    • Estrutura Tecnológica Itinerante leva educação para comunidades ribeirinhas

      0 shares
      Compartilhar 0 Tweet 0
    • Videolar-Innova anuncia expansão de até R$ 423 milhões e reforça investimentos no Polo Industrial de Manaus

      0 shares
      Compartilhar 0 Tweet 0
    • Senac Amazonas ofertará mais de 14 mil vagas para cursos em 2024

      0 shares
      Compartilhar 0 Tweet 0

    Siga-nos

    Instagram Facebook Linkedin Youtube

    Institucional

    • QUEM SOMOS
    • FALE CONOSCO
    • QUEM SOMOS
    • FALE CONOSCO

    INVEST AMAZÔNIA BRASIL

    COPYRIGHT 2024 - 2026

    Shares