Em mais uma visita institucional, cujo objetivo é proporcionar uma interação cada vez maior entre os diversos atores da sociedade que contribuem para o desenvolvimento socioeconômico da Região Amazônica, uma equipe técnica da Suframa voltou ao Terminal de Cargas do Aeroporto Eduardo Gomes, nessa terça-feira (17), para acompanhar o trabalho desenvolvido desde o início deste ano pela Vinci Airports.

A empresa substitui a Infraero na administração do complexo e trabalha com um volume de investimentos na ordem de R$ 800 milhões, somente nesta primeira etapa, para destinação em áreas como infraestrutura, melhorias internas, otimização das operações e segurança.

Ao percorrer as instalações dos terminais de cargas em Manaus, o grupo capitaneado pelo superintendente Algacir Polsin pôde acompanhar a agilidade na liberação das mercadorias, principalmente de produtos dos seguimentos eletroeletrônicos, fármacos e de bebidas, que chegam a ser “destravados” em até oito horas.

“É mais uma ação que visa ao contato e fazer conhecer todo o ecossistema, não somente do Polo Industrial de Manaus, mas também dos institutos de pesquisa e desenvolvimento, além de todos aqueles atores que contribuem para o desenvolvimento da região. Conhecer o avanço do terminal de carga, já com a Vinci coordenando as atividades, é uma oportunidade de levarmos uma série de conhecimentos importantes para a Suframa, para o modelo Zona Franca de Manaus e, ao mesmo tempo, faz com que a gente interaja e mostre as nossas capacidades de produzir cada vez mais benefícios para a nossa região”, justificou Algacir Polsin.

Além de atuar em 110 países e deter 3.200 unidades de negócios, o grupo Vinci Airports também é responsável pela operação dos aeroportos de Porto Velho, Rio Branco, Boa Vista, Cruzeiro do Sul (AC), Tabatinga (AM) e Tefé (AM).

O terminal de cargas do Aeroporto Eduardo Gomes é o terceiro maior do Brasil, com capacidade de receber 141 mil toneladas por ano. Fica atrás somente dos aeroportos de Guarulhos e Viracopos, em Campinas (SP).

Nos terminais 1 e 2 (Teca 1 e 2), por exemplo, o trabalho é desenvolvido numa área de 46 metros quadrados, onde roda a internação de todo volume de carga doméstica.

Ao todo são 200 funcionários, entre efetivos e terceirizados, que trabalham em três turnos, na manutenção e funcionamento do setor de carga e descarga.

Na visita à Vinci Airports, a equipe técnica da Suframa foi recebida pela diretora executiva da empresa, Karen Strougo; o gerente geral, Thiago Brandão; a coordenadora Operacional, Maria Malveira; o coordenador de Projetos e Melhoria, Leonardo Souza; e o gerente financeiro, Sérgio Filho.