Nos dois primeiros meses deste ano, o internamento de mercadorias nacionais na área incentivada da Suframa – Estados do Amazonas, Acre, Rondônia, Roraima e Amapá – registrou montante acumulado de R$ 8,11 bilhões, o que corresponde a um aumento de 14,2% em relação aos valores verificados em igual período do ano passado (R$ 7,11 bilhões). Os dados são do Sistema de Mercadoria Nacional (SIMNAC) da Suframa.

Em termos de valores nominais de Protocolos de Ingresso de Mercadoria Nacional (PINs), o Estado do Amazonas foi o grande destaque do período, com R$ 5,3 bilhões de mercadorias nacionais internadas entre janeiro e fevereiro de 2022, o que aponta aumento de 18% em relação ao desempenho no mesmo período de 2021 (R$ 4,49 bilhões).

O Estado do Acre, por sua vez, também teve resultado expressivo ao alcançar R$ 444 milhões em valores de internamento de mercadorias nacionais e registrar 55% de crescimento na comparação com o desempenho obtido no primeiro bimestre do ano passado. Já os Estados de Rondônia e Roraima também apresentaram crescimento, respectivamente, de 4% e 14%, enquanto que o Estado do Amapá foi o único a apresentar queda – esta de 10% – na comparação com o resultado de 2021.

Os dados do SIMNAC também ajudam a evidenciar a importância do internamento de mercadorias nacionais para a atividade econômica do setor de comércio e serviços na área de atuação da Suframa. Este segmento alcançou representatividade superior a 90% nos valores de internamento em quatro dos cinco Estados analisados. A exceção foi o Estado do Amazonas, o qual, por conta da atividade do Polo Industrial de Manaus (PIM), apresentou valores de internamento mais equiparados entre a indústria (52% de participação) e o segmento comercial e de serviços (48% de participação).

Avaliação

De acordo com o superintendente da Suframa, Algacir Polsin, os dados reforçam o bom cenário da atividade econômica em todo o País como reflexo das diversas medidas econômicas e sociais para estimular o consumo através da retomada do poder de compra das famílias brasileiras. “Esse conjunto de políticas públicas, associadas com a flexibilização das medidas restritivas da pandemia nos outros estados, puderam promover a recuperação da atividade econômica no país através da retomada do consumo. Acreditamos que esses fatores ajudaram também a impulsionar a atividade econômica na área de atuação da Suframa e estamos otimistas de que, até o final do ano de 2022, consigamos registrar percentuais ainda mais robustos de crescimento em diversos segmentos”, afirmou Polsin.